27 outubro, 2010

Depois do duche da manhã

Não desisto de ver a romântica e indiscreta paisagem do teu corpo passando em frente à janela.

Despes-te, voltas-te e desapareces pela porta...


Oiço inesperadamente a água do duche ora no chão, ora ricocheteando na tua pele.

Suspiras, deliras e limpas as gotas de água escorrendo-te no corpo...


Dormitando mais um pouco, consigo sentir a aproximação do teu corpo junto do meu.

Tocas-me, lambes-me e consomes-me tesudamente...


JC © 2010

1 comentário:

Vontade de disse...

E a provocação sabe tão bem...